14 agosto 2018
05 dezembro 2016
Fé.
“Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos, ainda que a terra trema e os montes afundem no coração do mar,”
Salmos 46:1-2 NVI
Salmos 46:1-2 NVI
“Mas eu, quando estiver com medo, confiarei em ti.”
Salmos 56:3 NVI
Salmos 56:3 NVI
A verdadeira prova de fé consiste nisto: que, quando sentimos a solicitações do medo natural, podemos resisti-las e impedi-las de alcançarem uma indevida ascendência. Medo e esperança podem parecer sensações opostas e incompatíveis; contudo, É provado pela observação que esta nunca domina completamente, a não ser quando exista aí alguma medida daquele. Em um estado de tranquilidade mental, não há qualquer espaço para o exercício da esperança.
João Calvino , O livro dos Salmos, vol. 2
12 maio 2016
Deus meu...
“Santíssimo Jesus.
Ata-me, fraco como sou, a ti,
porque se o Senhor não nos ata não conseguimos segui-lo.
Fortaleça meu espírito, porque ele o deseja.
Se a carne é fraca, que a tua graça nos preceda.
Venha, Senhor, e aja, pois sem ti
não podemos ir, por tua causa, para a morte cruel.
Dê-me um coração destemido, fé reta, esperança sólida,
amor perfeito, pois por tua causa entregarei minha vida
com paciência e contentamento.
Amém"
John Huss
08 maio 2016
“Para mães, ex-mães e mães em potencial”
por Wendy Alsup
Dia das mães é uma data complicada. Como qualquer outra data comemorativa, é agradável para uns e amarga para outros. Eu me lembro de olhar para o Dia das mães do lado de fora, antes como solteira, depois por ter perdido minha primeira gravidez. Nossa igreja tinha uma entrada, perto do berçário, chama de “Entrada da Família”. Será que eu poderia usá-la? Nós éramos uma família? Finalmente, usei mesmo assim, quase como um ato de rebeldia. Agora, como mãe de dois filhos, de 4 e 6 anos, consigo ficar profundamente grata a alguém que abre mão de uma vaga mais perto da entrada para que eu não precise atravessar uma rua movimentada com os meus pequenos. Mas, naquela época, eu estava lidando com emoções que não eram aplacadas por realidades da vida prática. Eu só queria ser uma mãe. E aquela placa na entrada da igreja me lembrava que eu não era.
É um problema antigo da humanidade, em geral, e do Cristianismo, em particular. Como você honra alguém que tem algo bom que você deseja? Como você aplaude os sacrifícios de alguém sem minimizar o sofrimento de outros? Eu não sei, exatamente, mas penso que há princípios aqui que podem nos ajudar.
É um problema antigo da humanidade, em geral, e do Cristianismo, em particular. Como você honra alguém que tem algo bom que você deseja? Como você aplaude os sacrifícios de alguém sem minimizar o sofrimento de outros? Eu não sei, exatamente, mas penso que há princípios aqui que podem nos ajudar.
A maternidade não é o bem supremo da mulher cristã. Seja você mãe ou não, não se apegue ao sentimentalismo que faz desse papel um papel santo. O bem supremo é ser conformada à imagem de Cristo. Sim, certamente a maternidade é uma das principais ferramentas do arsenal de Deus para realizar seus propósitos nas mulheres. Mas não é um fim em si mesmo. Ser uma mãe não te faz mais santa. Acredite em mim. Ser mãe expõe várias formas em que você é pecadora, não santa. Não ser uma mãe e desejar sê-lo também o faz. Nós podemos querer engravidar, desejar de longe a maternidade. Deus nos santifica através desse desejo. Nós podemos perder uma gravidez ou um filho, e sofrer pela perda de nossa maternidade. Deus nos conforma a Cristo por meio disso também. Podemos ter uma penca de filhos de todas as idades, e só Deus sabe o quanto ele mesmo expõe nossos pecados por meio disso. É tudo visando O bem supremo, que é ser moldado à imagem de Cristo – tomar de volta a imagem de Deus que ele nos criou para carregar, por meio da graça do evangelho. E Deus usa tanto a presença quanto a ausência de crianças nas vidas de suas filhas como ferramenta importante de nos conformar a Cristo.
Mulheres solteiras vendo o relógio biológico caminhar, eu as encorajo a olhar hoje para seus desejos através das lentes do evangelho. Você não precisa abrir mão do seu desejo de ter filhos ou tentar se convencer que dá para manter uma atitude alegre de pensar em todas as coisas legais que você pode fazer sem crianças. Não há problema em se entristecer por essa falta. Deus disse que os filhos são uma bênção. Mas, após a queda, nem todas nós experimentaremos essa bênção. É o evangelho que faz a diferença. Mesmo que você esteja profundamente desapontada, de uma forma bem real, um dia você vai sentar-se ao lado de Jesus, no céu, profundamente feliz pela obra dele em você através disso. No céu, você não vai desejar algo que não tem. Você não ficará desapontada. Que a confiança nessa esperança te sustente.
Mulheres casadas que sofrem pela infertilidade, eu as encorajo com palavras semelhantes. As pessoas podem ser muito indelicadas com as palavras, especialmente na igreja. Mas creia com confiança que Deus, mesmo nesses momentos, te ama profundamente. Você pode até se sentir esquecida por ele, sabendo que ele tem o poder para te dar um lindo bebezinho como ele tem dado para tantos ao seu redor. Parece que ele está exibindo na sua frente aquilo que você deseja, te provocando. Mas entenda que esse desejo não atendido é uma ferramenta que ele usa para te dar coisas ainda melhores – coisas dele mesmo, que você não pode conhecer à parte do sofrimento. Creia com confiança que esse tempo de espera não é só um castigo desprovido de propósito, mas também é uma bênção, mesmo que aparentemente disfarçada, que ajuda a aumentar sua força para continuar caminhando, não para te minar. Espere no Senhor, querida irmã, com confiança.
E você que é mãe e falha constantemente com seus filhos (só sobraram vocês agora), pregue o evangelho para si mesma nessa data. Se você tem algum conhecimento da sua realidade, você provavelmente conhece, de forma dolorosa, seus fracassos com seus filhos. E talvez esteja sobrecarregada pelo temor dos fracassos futuros. Não há problema em seus filhos trazerem à tona seus pecados. De fato, é a mãe que não parece consciente de seus fracassos diários que me preocupa. Cristo proporcionou o caminho para a paz. Se você pecou contra seus filhos, peça o perdão deles. Se você está remoendo seus fracassos, pregue o evangelho da graça de Deus para si mesma. Não “aprenda a viver” com seu pecado – não o abrace com a atitude de “eu nasci assim, vou morrer assim”. Mas também não negue que ele exista. Seja honesta. Você pecou. Você confessa. Deus perdoa. Você se levanta e volta a caminhar, com confiança. Esse é o chamado da graça, e ESSE é um legado para se deixar para seus filhos.
____________
13 fevereiro 2016
Meditando sobre eleição.
Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos peregrinos da Dispersão no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, eleitos segundo a presciência de Deus Pai, na santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.“ (1 Pedro 1:1,2)
Em vários versos seguintes Pedro usa a mesma palavra e nos conta que a morte de Cristo foi “pré-conhecida” por Deus. Em qualquer sentido Deus sabia com certeza que o Cristo viria e morreria na cruz; da mesma forma Deus “conheceu de antemão” que os eleitos seriam salvos. É interessante notar que algumas versões utilizam a palavra “conhecido” enquanto outras traduzem como “escolhido”. O contexto está falando sobre a morte de Cristo:
“o qual [Cristo], na verdade, foi conhecido ainda antes da fundação do mundo...” (1 Pedro 1:20 NVI)
“Ele [Cristo] foi escolhido por Deus antes da criação do mundo...” (1 Pedro 1:20 NTLH)
Seria ridículo dizer que Deus decidiu enviar Cristo ao mundo porque Ele “previu” que Cristo viria ao mundo e morreria. Deus não “escolheu” enviar Cristo porque Ele “previu” que pecadores O condenariam à morte. Deus soberanamente propôs enviar Cristo e o próprio Deus foi o autor da morte de Cristo. No mesmo sentido, Deus soberanamente propôs a salvação individual dos eleitos e somente Ele é o único autor e consumador de nossa salvação individual. Deus preordenou minha salvação exatamente da mesma forma como Ele preordenou a morte de Cristo.
Não estamos sugerindo que presciência não inclui conhecimento de antemão e até pode, em alguns casos, significar isso. Estamos dizendo que no verso discutido (assim como em outros) a palavra só pode significar preordenação.
Esses versos das Escrituras devem ser tomados como um ato de Deus e não apenas a habilidade de ver o futuro.
Talvez uma ilustração possa ajudar. Um arquiteto tem perfeito “pré-conhecimento” de todo prédio que ele desenha. Ele “pré-conhece” exatamente quão grande será, quantas janelas e portas terá e todos os outros detalhes. Ele vê o tipo de trancas que será usado, e até mesmo sabe a cor do piso dos andares. Agora, como o arquiteto “pré-conhece” tudo isso com certeza antes ainda do trabalho começar? De acordo com nossos amigos arminianos, o arquiteto tem a habilidade de ver o futuro. Ele “prevê” que engenheiro receberá o trabalho de construir o prédio. O arquiteto também prevê que tipo de janela este engenheiro em particular usará quando forem apresentadas várias opções. Com base neste “pré-conhecimento”, o arquiteto “escolhe” este tipo de janela em seus planos. O mesmo acontece com o resto do prédio. Como a “presciência” do arquiteto inclui tudo no prédio, ele é capaz de incorporar na planta todas as coisas que ele “prevê” que vários engenheiros “escolherão” fazer.
Qualquer ser pensante riria ao ouvir isso e diria: “John, essa idéia é completamente sem sentido”. É claro que é. Entretanto, não é mais sem sentido que a tentativa arminiana de refutar a eleição bíblica ao dizer que Deus nos escolhe porque ele previu que nós creríamos. Todos nós sabemos que o pré-conhecimento do arquiteto de como será um prédio é baseado em seus planos e propósitos. Se nós formos verdadeiramente honestos com as Escrituras, nós saberemos que o pré-conhecimento de Deus sobre quem crerá é inteiramente fundamentado em Seus planos e propósitos e não num conhecimento prévio da vontade do homem.
Uma comparação entre dois versículos da Escritura irá comprovar claramente o que já foi dito. Ambos os versos usam a palavra “escolheu”. No primeiro versículo, Davi “escolhe” algumas pedras e no segundo versículo, Deus “escolhe” algumas pessoas. Aqui estão os dois textos:
“e em seguida [Davi] pegou seu cajado, ESCOLHEU no riacho cinco pedras lisas, colocou-as na bolsa, isto é, no seu alforje de pastor...“ (1 Samuel 17:40)
“Porque Deus nos ESCOLHEU nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença.” (Efésios 1:4)
Alguém seria capaz de acreditar que as cinco pedras foram escolhidas por Davi porque elas tinham de alguma forma comunicado a Davi que elas “desejavam ser escolhidas”? É claro que não! Toda pessoa, sem exceção, leria 1 Sm 17:40 e entenderia que Davi, por razões conhecidas somente por ele, escolheu pedras específicas que queria usar. Por que as pessoas não permitem que a palavra “escolheu” tenha o mesmo significado quando se refere a Deus escolhendo pecadores? Nossos corações eram tão duros e mortos quanto as pedras no riacho. Deus soberanamente nos escolheu individualmente de acordo com Seu bom propósito da mesma forma que Davi escolheu estas cinco pedras. Deus não viu um “desejo” em nós como Davi viu um “desejo” naquelas pedras. É impressionante o quanto a Bíblia é clara em ensinar sobre a Eleição se nós simplesmente deixarmos o texto significar o que ele realmente diz.
(não sei a autoria desse texto)
Em vários versos seguintes Pedro usa a mesma palavra e nos conta que a morte de Cristo foi “pré-conhecida” por Deus. Em qualquer sentido Deus sabia com certeza que o Cristo viria e morreria na cruz; da mesma forma Deus “conheceu de antemão” que os eleitos seriam salvos. É interessante notar que algumas versões utilizam a palavra “conhecido” enquanto outras traduzem como “escolhido”. O contexto está falando sobre a morte de Cristo:
“o qual [Cristo], na verdade, foi conhecido ainda antes da fundação do mundo...” (1 Pedro 1:20 NVI)
“Ele [Cristo] foi escolhido por Deus antes da criação do mundo...” (1 Pedro 1:20 NTLH)
Seria ridículo dizer que Deus decidiu enviar Cristo ao mundo porque Ele “previu” que Cristo viria ao mundo e morreria. Deus não “escolheu” enviar Cristo porque Ele “previu” que pecadores O condenariam à morte. Deus soberanamente propôs enviar Cristo e o próprio Deus foi o autor da morte de Cristo. No mesmo sentido, Deus soberanamente propôs a salvação individual dos eleitos e somente Ele é o único autor e consumador de nossa salvação individual. Deus preordenou minha salvação exatamente da mesma forma como Ele preordenou a morte de Cristo.
Não estamos sugerindo que presciência não inclui conhecimento de antemão e até pode, em alguns casos, significar isso. Estamos dizendo que no verso discutido (assim como em outros) a palavra só pode significar preordenação.
Esses versos das Escrituras devem ser tomados como um ato de Deus e não apenas a habilidade de ver o futuro.
Talvez uma ilustração possa ajudar. Um arquiteto tem perfeito “pré-conhecimento” de todo prédio que ele desenha. Ele “pré-conhece” exatamente quão grande será, quantas janelas e portas terá e todos os outros detalhes. Ele vê o tipo de trancas que será usado, e até mesmo sabe a cor do piso dos andares. Agora, como o arquiteto “pré-conhece” tudo isso com certeza antes ainda do trabalho começar? De acordo com nossos amigos arminianos, o arquiteto tem a habilidade de ver o futuro. Ele “prevê” que engenheiro receberá o trabalho de construir o prédio. O arquiteto também prevê que tipo de janela este engenheiro em particular usará quando forem apresentadas várias opções. Com base neste “pré-conhecimento”, o arquiteto “escolhe” este tipo de janela em seus planos. O mesmo acontece com o resto do prédio. Como a “presciência” do arquiteto inclui tudo no prédio, ele é capaz de incorporar na planta todas as coisas que ele “prevê” que vários engenheiros “escolherão” fazer.
Qualquer ser pensante riria ao ouvir isso e diria: “John, essa idéia é completamente sem sentido”. É claro que é. Entretanto, não é mais sem sentido que a tentativa arminiana de refutar a eleição bíblica ao dizer que Deus nos escolhe porque ele previu que nós creríamos. Todos nós sabemos que o pré-conhecimento do arquiteto de como será um prédio é baseado em seus planos e propósitos. Se nós formos verdadeiramente honestos com as Escrituras, nós saberemos que o pré-conhecimento de Deus sobre quem crerá é inteiramente fundamentado em Seus planos e propósitos e não num conhecimento prévio da vontade do homem.
Uma comparação entre dois versículos da Escritura irá comprovar claramente o que já foi dito. Ambos os versos usam a palavra “escolheu”. No primeiro versículo, Davi “escolhe” algumas pedras e no segundo versículo, Deus “escolhe” algumas pessoas. Aqui estão os dois textos:
“e em seguida [Davi] pegou seu cajado, ESCOLHEU no riacho cinco pedras lisas, colocou-as na bolsa, isto é, no seu alforje de pastor...“ (1 Samuel 17:40)
“Porque Deus nos ESCOLHEU nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença.” (Efésios 1:4)
Alguém seria capaz de acreditar que as cinco pedras foram escolhidas por Davi porque elas tinham de alguma forma comunicado a Davi que elas “desejavam ser escolhidas”? É claro que não! Toda pessoa, sem exceção, leria 1 Sm 17:40 e entenderia que Davi, por razões conhecidas somente por ele, escolheu pedras específicas que queria usar. Por que as pessoas não permitem que a palavra “escolheu” tenha o mesmo significado quando se refere a Deus escolhendo pecadores? Nossos corações eram tão duros e mortos quanto as pedras no riacho. Deus soberanamente nos escolheu individualmente de acordo com Seu bom propósito da mesma forma que Davi escolheu estas cinco pedras. Deus não viu um “desejo” em nós como Davi viu um “desejo” naquelas pedras. É impressionante o quanto a Bíblia é clara em ensinar sobre a Eleição se nós simplesmente deixarmos o texto significar o que ele realmente diz.
(não sei a autoria desse texto)
04 fevereiro 2016
A Deus pertence a salvação
Por: Don Fortner
Todos nós dizemos crer na confissão de Jonas: “A salvação é do Senhor” (Jonas 2:9). Mas você não quer dizer realmente isso, quer? Sei que os pregadores que ouço na rádio e televisão não crêem que “a salvação é do Senhor”. Até onde eu sei, não há outro pregador na cidade onde vivo que realmente creia que “a salvação é do Senhor”. Se existir, gostaria de conhecê- lo. Eles crêem que a salvação é parcialmente do Senhor, mas sem dúvida não inteiramente. E tenho certeza que se você crer que “a salvação é do Senhor”, não freqüentará uma igreja onde isso não é pregado. Talvez você esteja dizendo: “Eu creio que a salvação é inteiramente do Senhor”. Espero verdadeiramente que sim. Vejamos.
Dizer que a salvação é do Senhor é dizer que A SALVAÇÃO NÃO É DE FORMA ALGUMA DEPENDENTE OU DETERMINADA PELA OBRA, DIGNIDADE OU VONTADE DO HOMEM. A salvação não é obra do homem, nem é um esforço cooperativo entre Deus e o homem, Deus fazendo sua parte e o homem a dele. A salvação é obra de Deus somente. Ela é totalmente a obra de Sua graça. A obra e o mérito humano nem mesmo entram em questão. É tudo pela graça – não graça mais batismo – não graça mais membresia na igreja – não graça mais obras. A graça somente realiza a salvação. A graça mais algo cessa de ser graça. “Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra” (Rm. 11:6).
A obra do homem nunca pode merecer mérito. Nem é a vontade do homem aquilo que determina quem será salvo. Sua salvação não é dependente de sua vontade pecaminosa. É dependente da vontade soberana de Deus. Deus somente determina quem será salvo. Ele não consulta nem pede a opinião ao homem. Você está sujeito à vontade de Deus. Deus não está sujeito à sua vontade. Ele diz: “Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm. 9:15-16).
Se Deus determinou te salvar pela graça inigualável em Cristo, você será salvo. Ele lhe dará um novo coração, uma nova natureza, e uma nova vontade. Você virá com deleite a Cristo em verdadeira fé no dia do Seu poder gracioso e salvífico. Se Deus não tivesse determinado salvar você, se Ele não enviasse Seu Espírito para vivificar você, dar-lhe fé e trazer-lhe a Cristo, você nunca viria a Cristo, pois nunca desejaria Ele. Meu amigo, “a salvação é do Senhor”. Ele pode ser gracioso com você, ou pode te ignorar. Ele pode salvar você, ou condená-lo. É Ele somente quem decide. Você não pode exigir nada de Deus; e você não O controla.
DEUS O PAI PLANEJOU NOSSA SALVAÇÃO. Em seu propósito e graça eterna, antes do mundo começar, Deus escolheu salvar um povo para a glória do Seu grande nome. Ele determinou que enviaria Seu Filho para viver e morrer como o nosso Substituto, e que Ele aceitaria os méritos de Cristo Seu Filho como sendo nosso. Deus determinou quem Ele salvaria, como salvaria e quando salvaria, antes do mundo começar. Nossos nomes foram registrados na eternidade no livro da vida do Cordeiro. Todos os eleitos de Deus foram, num momento, escolhidos e predestinados para a vida eterna.
DEUS O FILHO COMPROU A NOSSA SALVAÇÃO. Para salvar os Seus eleitos do pecado, a lei de Deus, Sua verdade, justiça e retidão demandam sangue. A justiça deve ser satisfeita. O pecador deve morrer. Portanto, o Senhor Jesus Cristo veio como o Substituto e Representante dos eleitos de Deus. Mediante Seu grande sacrifício substitutivo, Ele satisfez as demandas estritas da santa lei de Deus por Seus eleitos. Pelo preço justo e leal do Seu sangue, Cristo nos redimiu da maldição da lei, e comprou legitimamente a salvação para o seu povo. Então, no tempo determinado, segundo o propósito de Deus, e porque Cristo nos redimiu, DEUS O ESPÍRITO SANTO REALIZA A SALVAÇÃO EM NÓS. Com Jonas, eu me regozijo em saber e declarar a você que “a salvação é do Senhor!”. Amém.
Fonte
08 dezembro 2015
Atributos de Deus
Porventura alcançarás os caminhos de Deus ou chegarás à perfeição do Todo-poderoso? Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? Mais profunda é ela do que o inferno; que poderás tu saber? Mais comprida é a sua medida do que a terra, e mais larga do que o mar"
(Jó 11:7-9).
Quando volvemos os nossos pensamentos para a eternidade de Deus,^ Sua imaterialidade, Sua onipresença, Sua onipotência, vemos que todas elas transcendem nossas mentes.
(...)
Sim, a incompreensibilidade da natureza divina deveria ensinar-nos humildade, cautela e reverência. Após todas as nossas pesquisas e meditações,temos que dizer com Jó:
"Eis que isto são apenas as orlas dos seus caminhos; e quão pouco é o que temos ouvido dele!..." (Jó 26:14).
Quando Moisés implorou ao Senhor por uma visão da Sua glória, Ele respondeu-lhe: ". . . apregoarei o nome do Senhor diante de ti..." (Êxodo 33:19), e, como já se disse, "o nome é a coleção dos Seus atributos".
Acertadamente o puritano John Howe declarou: "Portanto, a noção que podemos formar da Sua glória é apenas como a que podemos ter de uma obra volumosa comparada com uma breve sinopse, ou de uma espaçosa região comparada com uma pequena vista panorâmica. Ele nos dá aqui um fiel relato de Si mesmo, mas não completo; o bastante para garantir — graças à orientação que por ele nos vem — que a nossa compreensão fique livre de erro, mas não de ignorância. Podemos aplicar as nossas mentes à contemplação das diversas perfeições pelas quais o Deus bendito nos revela o Seu ser, e em nossos pensamentos podemos atribuí-las todas a Ele, apesar de só termos ainda fraca e defeituosa concepção de cada uma delas. Todavia, na medida em que a nossa compreensão corresponda à revelação que Ele nos dá das Suas várias excelências, temos uma apropriada visão da Sua glória".
(...)
A absoluta suficiência de Deus faz dEle o objeto supremo, que sempre se há de buscar. A verdadeira felicidade consiste unicamente em fruir a Deus.
Seu favor é vida, e Sua amorável bondade é mais que a vida. "A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto esperarei nele" (Lamentações 3:24). As nossas percepções do Seu amor, da Sua graça, da Sua glória, são os principais objetos do desejo dos santos e os mananciais da sua mais elevada satisfação. "Muitos dizem: quem nos mostrará o bem? Senhor, exalta sobre nós a luz do teu rosto. Puseste alegria. no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho" (Salmo 4:6-7). Sim, o cristão, quando em são juízo, pode dizer: "Porquanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas: todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação" (Habacuque 3:17-18).
Uma criatura, como tal considerada, não tem direitos. Nada pode exigir do seu Criador; e, seja qual for a maneira como é tratada, não lhe compete queixar-se. Contudo, quando pensamos no absoluto domínio de Deus sobre todas as coisas e sobre todos os seres, não devemos perder de vista as Suas perfeições morais.
Deus é justo e bom, e sempre faz o que é reto. Não obstante, Ele exerce o Seu domínio de acordo com o beneplácito da Sua vontade soberana e justa. Atribui a cada criatura o lugar que aos Seus olhos parece bom. Ordena as diferentes circunstâncias relacionadas com cada criatura de acordo com os Seus conselhos.Modela cada vaso segundo a Sua determinação independente de toda equalquer influência.
Tem misericórdia de quem Ele quer ter misericórdia, e endurece a quem Lhe apraz. Onde quer que estejamos, Seus olhos estão sobre nós. Quem quer que sejamos, nossa vida e tudo mais está à disposição dEle. Para o cristão, Ele é um Pai amoroso e gentil; para o pecador rebelde, Ele continuará sendo fogo consumidor.
"Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém" (1 Timóteo 1:17).
( Os atributos de Deus - A.W. Pink)
25 outubro 2015
Fariseus.
Tendências do coração se revelam no teor das perguntas do tipo pode/não pode: Crente pode ouvir música "do mundo"? Pode ver filmes de terror? Pode sair com amigos que não são cristãos? Pode? Pode? Pode?Sem entrar no mérito de cada um desses assuntos, uma resposta não condescendente para todas as perguntas do tipo pode/não pode que não são diretamente abordadas pelas Escrituras é: você precisa se conhecer. Faça um autoexame: se você sente que, ao entrar em contato com "músicas do mundo", filmes de terror e amigos descrentes, você acaba se deixando levar por pensamentos e sentimentos anti-Deus em vez de encarar tudo isso redimidamente, com olhos cristãos, pense bem. Se o que está fora vai ecoar, incentivar e confirmar o que já está dentro, melhor não fazer. Essa é a visão correta: você precisará enfrentar as dúvidas sabendo que é dentro que se encontra o que está contaminado, não fora (Mt 15.11). Se você resiste a essas coisas externas na perspectiva de que elas vão contaminar a sua, digamos, "pureza interior", você está na companhia dos fariseus - e vai ser necessário cuidar desse problema em primeiro lugar.(Norma Braga)
20 agosto 2015
Gálatas 2:11-16
Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, enfrentei-o face a face, por sua atitude condenável. Pois, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, ele comia com os gentios. Quando, porém, eles chegaram, afastou-se e separou-se dos gentios, temendo os que eram da circuncisão.Os demais judeus também se uniram a ele nessa hipocrisia, de modo que até Barnabé se deixou levar. Quando vi que não estavam andando de acordo com a verdade do evangelho, declarei a Pedro, diante de todos: "Você é judeu, mas vive como gentio e não como judeu. Portanto, como pode obrigar gentios a viverem como judeus?"Nós, judeus de nascimento e não gentios pecadores, sabemos que ninguém é justificado pela prática da Lei, mas mediante a fé em Jesus Cristo. Assim, nós também cremos em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pela prática da Lei, porque pela prática da Lei ninguém será justificado.
Paulo repreendendo Pedro. Pq? Pq Pedro deu uma leve escorregada, Pedro comia com os gentios tranquilamente, porém qdo chegou um grupo de Jerusalém Pedro correu pra longe dos gentios!Pq Pedro agiu desta forma? Por convicção teológica? Devemos agora supor que Pedro se esqueceu da visão que teve em Jope e da conversão da casa de Cornélio? Certamente não. Em Gálatas 2 não há indicação de que Pedro tenha mudado de opinião.O problema é q Pedro teve medo dos cristãos judeus “Quando, porém, eles chegaram, afastou-se e separou-se dos gentios, temendo os que eram da circuncisão” (Gálatas 2:12).
Pedro continuava a crer no evangelho, mas falhou na sua prática. Sua conduta não se ajustou com o evangelho, faltou coragem nas convicções.
Qual foi o procedimento de Paulo diante do vacilo de Pedro? “Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, enfrentei-o face a face, por sua atitude condenável” (Gálatas 2:11).E aqui temos um ensino maravilhoso, Paulo reconhecia a autoridade de Pedro e ainda assim não se constrangeu em exorta-lo!Porque Paulo agiu de forma tão dura? Paulo estava preocupado com um principio teológico que Pedro parecia esquecer: “Quando vi que não estavam andando de acordo com a verdade do evangelho” (Gálatas 2:14).
A verdade do evangelho que Paulo refere-se diz respeito a salvação pela graça e a justificação pela fé, não por intermédio de obras da Lei. Qualquer desvio deste evangelho é intolerável para Paulo.Fica o ensino:
Não basta que creiamos no evangelho, nem mesmo que lutemos para preservá-lo, temos de aplica-lo na vida diária, foi o que Pedro deixou de fazer.Damos graças a Deus pela ação enérgica de Paulo, que quando a verdade do evangelho estava em perigo, não se retraiu, foi contundente em sua defesa.Isso é ser Corpo, amar e cuidar uns dos outros! A palavra esta acima de nossos relacionamentos, aliás, nossos relacionamentos no Corpo só são edificantes quando nutridos e guiados PELA Palavra! Que não tenhamos constrangimento em nos posicionar sobre a verdade!!Pra honra e glória do Senhor!
15 agosto 2015
Já acreditei.
"Eu acreditava no meu livre arbítrio quando entrei no seminário, no sentido de que eu tinha o controle supremo sob minhas decisões. Não aprendi isso na Bíblia; absolvi essa idéia do ar independente, auto-suficiente, que se auto-estima, se auto-exalta que respiramos todos os dias.
A soberania de Deus significava que Ele podia fazer qualquer coisa comigo desde que eu O desse permissão para tal. Com esse tipo de mentalidade me matriculei na classe sobre o livro de Filipenses com Daniel Fuller e na classe sobre Doutrina da Salvação com James Morgan. Em Filipenses fui confrontado com a intratável cláusula do capítulo 2 verso 13: “ponham em ação a salvação de vocês com temor e tremor, 13 pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele.”
Isso faz de Deus a vontade por detrás de minha vontade; aquele que realiza por detrás do meu realizar. A pergunta não era se tenho ou não vontade própria; a pergunta era por que escolho o que escolho. E a resposta, não a única, porém a definitiva é Deus."
Pastor John Piper
23 maio 2015
Frases
Rei e Senhor, Deus, que tiveste misericórdia de mim, Rei todo-poderoso e compassivo, todos os teus eleitos precisam de ti, assim como os ramos precisam da videira, como o olho precisa da luz. Sem a videira, os galhos murcham e quando falta a luz, tudo escurece. Assim te invoco em humildade, ó todo-poderoso, gracioso, glorioso triúno Deus.
Monge Gottschalk, 805-868
Dá-me, Senhor, um coração vigilante que não se deixe desviar de ti por nenhum pensamento leviano, um coração reto que não aceite ser seduzido por instintos perversos, um coração livre que não se deixe dominar por nenhum poder maligno. Dá-me, Senhor, sensatez para te conhecer, sabedoria para te achar. Faze com que minha vida inteira seja do teu agrado.
Tomás de Aquino, 1225-1274
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